02janeiro2016

[Resenha] Estresse – Jan Bruce, Andrew Shatté & Adam Perlman

Sinopse
“A habilidade de controlar as emoções é o elemento crucial da gestão do
estresse. Vamos lhe apresentar uma ferramenta poderosa para permanecer
focado em seus objetivos e se livrar das emoções negativas,
injustificadas e não merecidas.

Isolamos os 24 fatores centrais
que influenciam o estresse e criamos um sistema prático capaz de
transformar cada uma de suas facetas. Nosso programa mudou a vida de
centenas de pessoas. E agora é a sua vez.” – Os autores

Eliminar
o estresse é impossível – afinal, os engarrafamentos, as cobranças do
trabalho, a falta de tempo e os conflitos não deixarão de existir. Mas
quando você muda sua maneira de enfrentá-los, eles perdem o efeito
nocivo sobre sua saúde e seu bem-estar.

Este método fará você
enfrentar seus estilos de pensamento, remover os obstáculos para uma
vida saudável e reforçar seus amortecedores naturais contra o estresse.
Você aprenderá habilidades concretas para:

• Identificar as armadilhas comuns do seu pensamento

• Livrar-se de emoções negativas que o colocam para baixo

• Manter a calma quando estiver sob pressão

• Dormir melhor e livrar-se do cansaço

• Conquistar o controle de seus hábitos alimentares

• Eliminar a falta de disposição para exercitar-se

• Identificar seu propósito mais profundo e alinhar suas ações com seus objetivos

• Recuperar a clareza, o foco e o controle sobre o seu tempo

• Voltar a encher sua vida de satisfação e alegria

Onde Comprar?
 Saraiva | Amazon | Travessa

Minha Opinião:

“Estresse” é um livro de autoajuda. Não há como negar. Mas, convenhamos, quem não precisa de ajuda para ter uma visão estendida e entendida dos seus problemas? Este livro, escrito por especialistas, tem o intuito de ensinar o leitor a trazer mais qualidade de vida. Aproveitando o que a nossa fisiologia, a nossa natureza e (por que não?) dicas para melhorar a nossa vivência.

Um dos pontos mais interessantes do livro, são as dicas de como podemos fugir ou evitar os fatores estressantes, somos alienados pela quantidade e pela qualidade de informações que chegam até nós todos os dias, somos envolvidos por uma massa de informações e na maioria das vezes não sabemos como lidar com elas.
Uma dica bem interessante que encontrei no livro (possui centenas de dicas), é como podemos escapar da armadilha da visão negativa, por exemplo, o autor pede que façamos uma tarefa: Devemos anotar diariamente três coisas boas que aconteceram durante o nosso dia, desde a hora que acordamos até o momento de irmos dormir. No dia seguinte, lemos essas três coisas e anotamos mais três no final do dia,  fazendo esse exercício em dez dias, teremos trinta coisas/pensamentos/motivações e poderemos refletir a respeito da nossa visão, adotando uma postura nova em relação de como vemos o mundo.
Aprendi durante a leitura que não podemos modificar os fatores, mas podemos mudar como reagimos perante as adversidades e aos problemas que enfrentamos. Depende de como enxergamos as coisas. Tentar ter uma visão diferente, uma qualidade de vida, viver sem estresse, é possível? Podemos tentar, são exercícios diários que com o passar do tempo começamos a fazer involuntariamente. 
O livro é bem escrito, traz planos e metas. Tarefas e reflexões. Vale a pena a leitura e releitura!

Categorias:Outros
Thaís Turesso

veja também os relacionados:

30setembro2015

[Resenha] Frank Einstein e o Motor antimatéria – Jon Scieszka



Sinopse

Frank Einstein e o Motor Antimatéria – Frank Einstein é um menino de 10
anos que adora passar o tempo em seu laboratório na garagem do avô,
onde pode misturar ciência e muita imaginação para criar inventos bem
originais. Sua criação mais recente é o RobôGente, uma máquina capaz de
pensar. Frank tem um plano mirabolante e só precisa de uma noite repleta
de raios no céu para colocá-lo em funcionamento. De repente, o que
parecia destinado ao fracasso ganha vida. No meio da noite, dois robôs
se autoconstroem e de uma hora para outra Frank ganha dois ajudantes de
laboratório. Donos de personalidades bem diferentes, o espertinho Klink e
o desajeitado Klank não são os auxiliares ideais, mas mesmo assim
ajudam o jovem cientista a construir um motor antimatéria para competir
no Prêmio de Ciências da cidade. Tudo parece ir bem… até que o
arqui-inimigo de Frank, T. Edison, entra em cena e sequestra os robôs,
obrigando-os a colaborar em um plano maligno.
 Resenha por Pedro Luís

Eu gosto muito de experiências, química e a ciência em geral, então acreditei que ia gostar desse livro. A capa é bonita, é de capa dura e chama muito a atenção, as ilustrações são bem feitas e a diagramação do livro é primorosa. Mas, a história é um pouco maçante.

A leitura foi feita aos poucos, e olha que quando eu gosto de um livro eu leio rápido, porque quero logo saber o que vai acontecer no final, mas nesse livro eu achei a narrativa enrolada e bem entediante, começando pelo jeito que é contada a história, bem chato.
Queria contar sobre o livro, sobre a história, mas não gostei da leitura, apesar da capa e do título que me atraiu, o conteúdo deixou a desejar. Não sei se leitores mais experientes ou mais velhos irão gostar da leitura, como o protagonista tinha dez anos e eu tenho onze, achei que nos daríamos bem e sinceramente não foi o que aconteceu.
Espero que possam ler o livro e se gostarem venham me contar, porque infelizmente eu não curti.

Pedro Luís tem 11 anos, gosta de ler livros e de jogos. Quando não está estudando para as provas e para a escola, faz questão de dar a sua opinião sobre determinado assunto, de vez em quando, ele trará resenhas e outros do mundo juvenil para vocês, leiam a resenha anterior dele, Diário de um Zumbi do Minecraft.

ISBN-13: 9788580577174
ISBN-10: 8580577179
Ano: 2015
Páginas: 192
Editora: Intrínseca

Visite o Hotsite com atividades: http://www.intrinseca.com.br/frankeinstein/

Categorias:Outros
Thaís Turesso

veja também os relacionados:

16setembro2015

[Resenha] O Conde Enfeitiçado – Julia Quinn – Os Bridgertons Vol.6

Sinopse
Toda vida tem um divisor de águas, um momento súbito, empolgante e extraordinário que muda a pessoa para sempre. Para Michael Stirling, esse instante ocorreu na primeira vez em que pôs os olhos em Francesca Bridgerton.
Depois de anos colecionando conquistas amorosas sem nunca entregar seu coração, o libertino mais famoso de Londres enfim se apaixonou. Infelizmente, conheceu a mulher de seus sonhos no jantar de ensaio do casamento dela. Em 36 horas, Francesca se tornaria esposa do primo dele.
Mas isso foi no passado. Quatro anos depois, Francesca está livre, embora só pense em Michael como amigo e confidente. E ele não ousa falar com ela sobre seus sentimentos – a culpa por amar a viúva de John, praticamente um irmão para ele, não permite.
Em um encontro inesperado, porém, Francesca começa a ver Michael de outro modo. Quando ela cai nos braços dele, a paixão e o desejo provam ser mais fortes do que a culpa. Agora o ex-devasso precisa convencê-la de que nenhum homem além dele a fará mais feliz.
No sexto livro da série Os Bridgertons, Julia Quinn mostra, em sua já consagrada escrita cheia de delicadezas, que a vida sempre nos reserva um final feliz. Basta que estejamos atentos para enxergá-lo.

Minha opinião

O Conde enfeitiçado é o sexto volume da Série Os Bridgertons. O Duque e Eu (vol.1)O Visconde que me amava (vol.2)Um Perfeito Cavalheiro (vol.3)Os Segredos de Colin Bridgerton (vol.4) e Para Sir Philip, com amor (vol.5) já foram resenhados aqui no site.

Este romance narra a história de Francesca Bridgerton. A número seis de oito irmãos, os Bridgertons, tem a felicidade de conhecer seu esposo John, ainda não tivera um herdeiro, mas era feliz em ser a condessa de Kilmartin, com John ela foi feliz até que a morte os separasse.
Michael se apaixonou por Francesca no momento em que a viu pela primeira vez, mas ela estava se casando com seu primo-irmão, melhor amigo e confidente: John. Dali em diante, ele a amou secretamente, teve uma vida libertina para esquecer-se dela, porque ela era de John, e ele, disfarçava muito bem com sua amizade e apoio incondicional.
Por ironia do destino, John partiu desta vida quatro anos depois, sem deixar herdeiros o título voltaria agora a Michael, que estava arrasado por perder seu primo e ainda ter que lidar com os acontecimentos recentes. Deixando a administração de suas propriedades na mão da condessa, ele foge covardemente de seu coração para a Índia, deixando Francesca lidar com suas próprias dores.
Alguns anos depois, ele retorna, ainda ama Frannie e para sua surpresa, ela está desesperada para ter um bebê, o que significa procurar um casamento, pois ela acredita que jamais poderá amar alguém como amou John. Michael tem o coração cada vez mais partido, porque ela sequer desconfia dos sentimentos que ele há muito tempo tem por ela e ainda terá de suportar vê-la seguir sua vida outra vez…
“Aguardou o momento, o primeiro toque, porque, por mais apavorante que fosse, ela sabia que seria perfeito.”
Durante a leitura deste romance, notei acontecimentos que me fizeram recordar de leituras anteriores, só então compreendi que a história de Francesca acontecia paralelamente à de Colin (livro 4) e de Eloise (livro 5). Fiquei impressionada com a maestria da autora em narrar e mesclar os casais em livros distintos sem soltar spoilers e ainda conseguir deixar tudo entrelaçado e bem estruturado. Contudo, o título poderia ser diferente, não faz muito sentido com o contexto, não entendi se o “enfeitiçado” foi em relação a paixão pela Francesca ou pela enfermidade, aliás, muito gratificante ler um romance do qual parte de seus lucros são destinados à pesquisa e desenvolvimento para medicamentos e cura dessa “enfermidade” que o conde possuía.
“E soube que ele sabia – com toda a experiência que possuía, com todo o seu prodigioso poder de sedução – exatamente como ela estava se sentindo.
Poderia tocá-la naquele momento e ela não o recusaria.
Poderia tocá-la e ela arderia em chamas.”
Considerando as histórias anteriores, esta não é a minha preferida, mas tem seu brilho e a leitura foi extremamente prazerosa. O estilo da autora Julia Quinn é único, envolvente e considerada por muitos a Jane Austen contemporânea.

Recomendo a leitura!

ISBN-13: 9788580414400
ISBN-10: 8580414407
Ano: 2015

Páginas: 304
Editora Arqueiro

Categorias:Outros
Thaís Turesso

veja também os relacionados:

09agosto2015

[Resenha] Nós, os afogados – Carsten Jensen

Sinopse – Com uma voz narrativa épica e poderosa, Nós, os afogados é uma saga que nos remete às epopeias marítimas de Herman Melville e Robert Louis Stevenson. Compreendendo cem anos de história, o livro acompanha várias gerações de navegadores da cidade dinamarquesa de Marstal – de Samoa à Terra Nova, de Cingapura a Hobart, de Murmansk à Islândia e de volta a Marstal, onde as mulheres esperam e choram seus mortos. Elogio solene a um modo de vida que ficou para trás e relato comovente dos sofrimentos humanos, o livro é também a descrição crua de uma época em que a Europa passa por grandes transformações – e suas histórias de amor são um contraponto sensível ao insuperável afã do homem em conquistar o desconhecido.

“Nós, os afogados” de Carsten Jensen é uma obra atemporal. Dotada de lirismo e com um ritmo poético, somos convidados a nos juntar a inúmeros marinheiros, que tiveram suas decepções e alegrias em meio a um instável lar, o mar. A narrativa é direta, mas ao mesmo tempo ao refletirmos sobre o conteúdo, percebemos que o narrador é intimista e que até mesmo defende um ou outro lado da história. É a capacidade do autor em tornar o narrador um dos pontos centrais do enredo.
“As nuvens acima do mar congelado mudavam, mas ele já as conhecia todas. Havia muito com que os olhos se refestelassem, mas nada para a alma. Albert tinha fome de algo que o céu não era capaz de satisfazer. Em algum lugar do planeta, precisava existir um tipo diferente de luz. Um mar que espelhasse novas constelações. Uma lua maior. Um sol mais quente.” (p. 108)
A leitura é densa, e muitas vezes, o narrador oculto nos faz questionar da veracidade do que está sendo narrado. Quando a sinopse menciona que o livro nos remete às epopeias, é verdade, pois a história não gira em torno de um personagem, ou conta um determinado acontecimento. Ela representa inúmeras pessoas que passaram suas vidas no mar, conhecendo inúmeros locais, culturas e pessoas, e ainda sim, vivendo dentro de uma cultura particular: as regras de um navio.
“Não tinha nada a ver com obedecer as regras. A vida lhe ensinara algo muito mais complicado do que a justiça. Seu nome era equilíbrio.” (p. 244)
Em relação à revisão, diagramação e layout a editora realizou um trabalho impecável. A capa parece um quadro e combina perfeitamente com a trama.
ISBN-13: 9788584190225
ISBN-10: 8584190228
Ano: 2015 / Páginas: 696
Idioma: português 
Editora: Tordesilhas
Skoob: clique aqui
Avaliação: 5/5

Categorias:Outros
Thaís Turesso

veja também os relacionados: