12dezembro2017

[Resenha] Os Meninos Que Enganavam Nazistas – Joseph Joffo

Sinopse – Paris, 1941. O país é ocupado pelo exército nazista e o medo invade as casas e as ruas francesas. O poder de Hitler se mostra absoluto e brutal na França… É durante um dos períodos mais turbulentos da História que a emocionante narrativa de Joseph e Maurice se desenrola. Irmãos judeus de 10 e 12 anos de idade, eles perambulam sozinhos pelas estradas, vivendo experiências surpreendentes, tentando escapar da morte e em busca da zona livre para ganhar a liberdade. Essa é uma história real, autobiográfica, cuja espontaneidade, ternura e humor comprovam o triunfo da humanidade e da empatia nos momentos mais sombrios, quando o perigo está sempre à espreita… Os meninos que enganavam nazistas conta a fantástica e emocionante epopeia de duas crianças judias durante a ocupação, narrada por Joseph, o mais jovem.

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Carol Durães
Carol Durães

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17novembro2017

[Resenha] Sempre Vivemos No Castelo – Shirley Jackson

Sinopse – Merricat Blackwood vive com a irmã Constance e o tio Julian. Há algum tempo existiam sete membros na família Blackwood, até que uma dose fatal de arsênico colocada no pote de açúcar matou quase todos. Acusada e posteriormente inocentada pelas mortes, Constance volta para a casa da família, onde Merricat a protege da hostilidade dos habitantes da cidade. Os três vivem isolados e felizes, até que o primo Charles resolve fazer uma visita que quebra o frágil equilíbrio encontrado pelas irmãs Blakcwood. Merricat é a única que pressente o iminente perigo desse distúrbio, e fará o que for necessário para proteger Constance. Sempre vivemos no castelo leva o leitor a um labirinto sombrio de medo e suspense, um livro perturbador e perverso, onde o isolamento e a neurose são trabalhados com maestria por Shirley Jackson.

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Carol Durães
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09junho2017

[Resenha] Esplendor da Honra – Julie Garwood

O livro começa com a captura de Duncan, um guerreiro conhecido como o Lobo pelo barão Louddon. Pelo que podemos compreender, Louddon é um homem vil que fez algo terrível a ponto de Duncan querer se vingar. Então, Duncan cria uma armadilha, mas não esperava que a irmã de seu inimigo fosse tentar resgatá-lo. Lady Madelyne retornou ao lar do irmão há poucos meses. Ela passou os últimos anos a salvo com seu tio, um padre idoso que a acolheu e a ensinou a ler e a escrever (algo considerado errado na época). A salvo porque seu falecido pai e seu meio-irmão Louddon não apenas a desprezavam, como a torturaram durante anos. Sem entender o que acontecia, como o fato de Louddon a observar dormindo ou assustá-la e insultá-la constantemente, sua vida foi aterrorizante. Então, ao ter que retornar, ela planeja uma fuga, mas não sem antes tentar ajudar o prisioneiro.

Duncan não acredita na generosidade da lady, ainda mais por ser irmã de Louddon. A história de fuga dela é incoerente, pois que mulher abastada sairia de casa? Duncan está disposto a levar Madelyne para seu castelo em nome da vingança.

Louddon violentou a sua irmã, que retornou para casa emocionalmente bagunçada e arruinada.

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Thaís Turesso

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07junho2017

[Resenha] Um amor para Lady Johanna – Julie Garwood

A história acontece no ano de 1206 na Inglaterra. Narrada em terceira pessoa, Lady Johanna é informada de que seu marido, o Barão Raulf, faleceu.

 

Johanna fixou o olhar no altar por um longo, longo tempo. Sua mente era uma confusão de pensamentos e emoções. Ela estava muito chocada para ter pensamentos razoáveis. – Devo rezar – ela sussurrou. – Meu marido está morto. Devo rezar. Fechou os olhos, juntou as mãos e finalmente começou sua prece. Era uma litania simples e direta, que vinha de seu coração. – Graças a Deus. Graças a Deus. Graças a Deus. (p. 17)

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Thaís Turesso

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