19março2017

[Resenha] Quem era Ela – JP Delaney

Sinopse: É preciso responder a uma série de perguntas, passar por um criterioso processo de seleção e se comprometer a seguir inúmeras regras para morar no nº 1 da Folgate Street, uma casa linda e minimalista, obra-prima da arquitetura em Londres. Mas há um preço a se pagar para viver no lugar perfeito. Mesmo em condições tão peculiares, a casa atrai inúmeros interessados, entre eles Jane, uma mulher que, depois de uma terrível perda, busca um ponto de recomeço.

Jane é incapaz de resistir aos encantos da casa, mas pouco depois de se mudar descobre a morte trágica da inquilina anterior. Há muitos segredos por trás daquelas paredes claras e imaculadas. Com tantas regras a cumprir, tantos fatos estranhos acontecendo ao seu redor e uma sensação constante de estar sendo observada, o que parecia um ambiente tranquilo na verdade se mostra ameaçador.

Enquanto tenta descobrir quem era aquela mulher que habitou o mesmo espaço que o seu, Jane vê sua vida se entrelaçar à da outra garota e sente que precisa se apressar para descobrir a verdade ou corre o risco de ter o mesmo destino. Com um suspense de tirar o fôlego e um clima de tensão do início ao fim, JP Delaney constrói um thriller brilhante repleto de reviravoltas até a última página. Uma história de duplicidade, morte e mentiras.

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Minha opinião

Folgate Street nº1 é uma casa imponente, minimalista e ao mesmo tempo uma obra-prima. Narrando ora na versão atual com a voz de Jane a nova moradora e ora com a voz de Emma a antiga moradora, somos conduzidos por um enredo fascinante que se divide em “Antes: Emma” e “Agora: Jane”.

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Thaís Turesso

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03março2017

[Resenha] Simplesmente o Paraíso – Julia Quinn – Quarteto Smythe-Smith #1

Sinopse

Honoria Smythe-Smith sabe que, para ser uma violinista ruim, ainda precisa melhorar muito…

Mesmo assim, nunca deixaria de se apresentar no concerto anual das Smythe-Smiths. Ela adora ensaiar com as três primas para manter essa tradição que já dura quase duas décadas entre as jovens solteiras da família. Além disso, de nada adiantaria se lamentar, então Honoria coloca um sorriso no rosto e se exibe no recital mais desafinado da Inglaterra, na esperança de que algum belo cavalheiro na plateia esteja em busca de uma esposa, não de uma musicista.

Marcus Holroyd foi encarregado de uma missão…

Porém não se sente tão confortável com a tarefa. Ao deixar o país, seu melhor amigo, Daniel, o fez prometer que vigiaria sua irmã Honoria, impedindo que a moça se casasse com pretendentes inadequados. O problema é que ninguém lhe parece bom o bastante para ela. Aos olhos de Marcus, um marido para Honoria precisaria conhecê-la bem (de preferência, desde a infância, como ele), saber do que ela gosta (doces de todo tipo) e o que a aflige (como a tristeza pelo exílio de Daniel, que ele também sente). Será que o homem ideal para Honoria é justamente o que sempre esteve ao seu lado afastando todo e qualquer pretendente?

Com seu estilo inteligente e divertido, Julia Quinn enfim apresenta ao público o Quarteto Smythe-Smith, o terrivelmente famoso e adoravelmente desafinado grupo musical que conquistou os leitores antes mesmo que as cortinas se abrissem para ele.

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Minha Opinião

Simplesmente o Paraíso surpreendeu-me de maneira positiva. Quem diria que teríamos novas perspectivas e vislumbres dos irmãos Bridgertons? Como grande fã da autora e da série, fiquei feliz em poder vivenciar momentos em que Os Bridgertons eram mencionados na narrativa. Fiquei até com vontade de reler a série, lembro vagamente da menção destas personagens na série anterior, mas como poderia imaginar que elas teriam suas próprias histórias em um quarteto?

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Thaís Turesso

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10julho2016

[Divulgação] Adolescente rebelde – como lidar? – Joacil Luis de Oliveira

Sinopse

Muitos pais são carregados de orgulho. Não sentam para conversarem, não admitem que já erraram e não se preocupam em investigar o que impulsiona seus filhos a agirem da forma que agem. Não se pode desconsiderar que os adolescentes, muitas vezes, são movidos pelos reflexos da rebeldia. Mas esta não poderá ser ajustada sem a devida compreensão, dedicação e desejo sincero de ajudá-los. Filhos não precisam de pais carrascos que ferem sem piedade, tentando corrigir aquilo que apenas a compreensão serviria de “remédio”.
Muitos adolescentes necessitam de acompanhamento terapêutico para resolver seus dilemas, mas os pais são peças-chave neste processo, onde a dinâmica familiar poderá necessitar ser revista e modificada. A família ideal não é aquela onde um grita e os outros encurvam-se, mas aquela onde todos ouvem, opinam, desculpam-se e ajudam-se.
Assassinam os filhos, os pais que os agridem verbal ou fisicamente, tratando-os sem amor, sem compreensão e sem empatia. Fazem deles presas dos vícios, aqueles que lhes negam o tempo, o amor, o companheirismo e a conversa diária. Transformam-nos em “doentes” os que esquecem que eles podem falhar, podem tropeçar e que necessitam serem ensinados.

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Chiado Editora | Livraria Cultura | EasyBooks

Biografia do autor:

Graduado
em psicologia pelo Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ.
Pós-graduado em neuropsicologia pelo Centro Universitário de João Pessoa
– UNIPÊ. Inscrito no Conselho Regional de Psicologia sob o nº 13/6160.
Habilitado em hipnose pela Sociedade de Hipnose Médica do Rio de Janeiro
– SOHIMERJ. Membro da Federação Brasileira de Terapias Cognitivas.
Autor dos livros: Adolescente Rebelde – Como Lidar?, pela Chiado Editora e Faça Seu amor Durar para Sempre, pela
Giostri Editora (lançamento previsto para 12/2016). Palestrante e
hipnoterapeuta. Realiza atendimento clínico em consultório particular,
na perspectiva Cognitivo-comportamental. Realiza avaliação e
reabilitação neuropsicológica.
Blog: www.joacilpsicologo.blogspot.com.br  
E-mail de contato: jopb@terra.com.br

O autor escreve textos bastante instrutivos e interessantes em seu blog, vale a pena conferir 😉

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Thaís Turesso

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27março2016

[Resenha] Mulheres em ebulição – Dra. Julie Holland

Sinopse
Baseado em estudos e pesquisas científicas, Mulheres em ebulição faz um raio X da vida e da saúde da mulher, abordando temas como TPM, sexualidade, casamento, envelhecimento, menopausa, anticoncepcionais, reposição hormonal, relação entre comida e humor, importância do sono, terapias naturais e depressão. Dra. Julie Holland afirma que a variação de humor que toda mulher vive é uma característica feminina básica que não deve ser anulada com remédios nem encarada como um problema a ser resolvido. E que quando aprendemos a compreendê-la, podemos fazer dessa aparente fragilidade a maior fonte de nossa força. Além disso, ela traz informações detalhadas sobre como os hormônios influenciam nossas decisões, nosso comportamento e nossos relacionamentos.

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Minha Opinião:

Este livro de desenvolvimento pessoal, traz informações, dicas e conselhos que influenciarão o leitor na sua maneira de pensar sobre o uso de certos medicamentos, quais opções temos, o que podemos fazer para melhorar vários aspectos da nossa vida e muitos outros assuntos do universo feminino.
Antidepressivos ou estabilizadores de humor?

Segundo a psiquiatra, autora deste livro, a maioria das pessoas usam estes medicamentos indiscriminadamente, a maioria acaba perdendo qualidade de vida porque não precisava realmente da medicação, acabam tomando um medicamento que deve ser prescrito por profissionais da saúde mental para doenças e transtornos que devem ser acompanhados pelos mesmos profissionais, por conta própria.
A autora enfatiza a importância da alimentação saudável, da prática regular de exercícios físicos, o quão importante é priorizarmos um bom sono, nos aliarmos as terapias naturais, mas acima de tudo, respeitar as mudanças hormonais que todas nós mulheres estamos sujeitas, sem apelarmos ao uso de medicações.

“Os hormônios femininos estão sempre oscilando. Eles passam por altos e baixos durante o ciclo mensal e aumentam e diminuem ao longo de décadas de fertilidade, tornando-se bem mais instáveis durante a adolescência e a perimenopausa – a primavera e o outono dos anos reprodutivos. A instabilidade emocional feminina é uma característica totalmente natural. Ainda assim, uma em cada quatro americanas toma remédios para controlar as emoções, sem ter a menor ideia dos efeitos que isso pode lhes causar no futuro.”

As intenções da autora com certeza foram as melhores, e a leitura foi extremamente produtiva, aprendi muito com ela, no entanto, acredito que nem sempre temos a opção de escolher não usar medicações, como seres humanos estamos sujeitos a limitações. Mas no geral, sei que existe muito automedicação e ela é extremamente perigosa, com cuidado e acompanhamento médico, podemos ter qualidade de vida independente de nossos problemas físicos e/ou mentais.

A autora fala do nosso corpo, nossos ciclos naturais. Você sabe porque temos muita vontade de comer doce, especialmente chocolate quando estamos de TPM? Temos a explicação neste livro.

É uma leitura de descobertas,  de aprendizado, uma leitura para compreendermos nosso organismo e nos atentar ao que realmente é importante em nossa vida. Se somos influenciadas por hormônios ou não, você só descobrirá ao ler este livro.

“Já estamos dando os primeiros passos para mudar essa situação, mas até que a comunidade médica reconheça a complexidade do cérebro e do corpo feminino – e como eles diferem do masculino – estaremos em desvantagem.”

Boa leitura!

Ficha Técnica

Editora: Sextante
Lançamento: 2015
Título original: Moody Bitches
Tradução: Débora Chaves
Número de Páginas: 240
ISBN: 9788543102795

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Thaís Turesso

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