13outubro2015

[Resenha] 10% mais feliz – Dan Harris

Dan Harris era um jornalista promissor, que construía com garra sua carreira de apresentador na rede de televisão americana ABC News. Mas a obsessão pelo trabalho, a autocrítica exagerada e a extrema competitividade o levaram a um ponto sem volta: o dia em que teve um ataque de pânico ao vivo, diante de milhões de telespectadores. A partir dali, ficou evidente que algo precisava mudar – e Dan acabou embarcando numa inesperada odisseia pelo mundo da espiritualidade.
Dan encontrou na meditação um modo eficaz de acalmar seus pensamentos, equilibrar suas emoções e se tornar uma pessoa melhor – mas sem perder a energia para lutar por aquilo que deseja. Fugindo de clichês e sentimentalismos, ele divide com o leitor suas dúvidas, desconfianças e descobertas, narrando de forma hilária os inusitados passos dessa jornada: de entrevistas com Eckhart Tolle, Dalai Lama e Deepak Chopra até um retiro de dez dias que fez ruir sua resistência.
Com um olhar extremamente lúcido e inteligente sobre a espiritualidade e a religião, este livro oferece novas perspectivas sobre os benefícios da meditação e explica como ela pode ajudar qualquer pessoa a desacelerar e ser mais feliz – mesmo que seja tão cético quanto o próprio autor.


Minha opinião
10% mais feliz não pode ser considerado um livro de autoajuda, mesmo que tenhamos essa primeira impressão ao encararmos a premissa do livro.

Dan Harris faz uma narrativa autobiográfica, acrescentando credibilidade à sua escrita, delineando sua carreira, seus medos, seus anseios e perspectivas em relação à carreira, à vida e naquilo que acredita.

O leitor irá conhecer através de suas descrições, como ele teve um ataque de pânico ao vivo na TV diante de milhões de telespectadores. Aos poucos, ele vai nos contando como foi o início de sua carreira, o estresse que levou ao mal estar em público, inclusive ao uso de drogas. Como Jornalista, ele procurou matérias que interessassem e trouxessem respostas dos seus questionamentos, teve a oportunidade de entrevistar escritores e personalidades importantes, como o autor que levou-o a importante reflexão sobre o ego: Eckhart Tolle. Também conheceu Deepak Chopra que trabalhou com o indiano Maharishi Mahesh Yogi (famoso por ter sido o guru oficial dos Beatles).

“O ego nunca está satisfeito. Não importa quanto compramos, quantas refeições deliciosas consumimos, quantas batalhas vencemos: o ego nunca se sente completo.” pág. 60

Este é um livro diferente de todos os outros do gênero que li, as experiências vivencias pelo autor/narrador tornam tudo mais real e atraente, podemos imaginar sua busca pela paz e pelos benefícios da meditação, e também nos divertir quando ele tem um retiro inusitado.

Recomendo a leitura aos interessados no assunto. É um livro sobre buscar aquilo que o dinheiro não pode comprar, um livro que mostra a busca do autor por saber lidar com suas próprias frustrações e também de como silenciar a mente, tarefa praticamente impossível nos dias atuais.

ISBN-13: 9788543102351
ISBN-10: 8543102359
Ano: 2015

Páginas: 224
Editora: Sextante

Categorias:Outros
Thaís Turesso

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23setembro2015

[Resenha] O princípio da Tempestade & Circus Maximus – Os Guardiões da História # 01 e 02 – Damian Dibben

SinopseHá muitos anos, a família Djones esconde um grande segredo: eles fazem parte de uma sociedade secreta que viaja através dos séculos para evitar que perigosos inimigos baguncem a História. Na tentativa de encontrar seus pais, que estão desaparecidos, Jake é levado da Londres do século XXI para a França do século XIX, a base dos Guardiões da História, onde ele descobre a verdade sobre o sumiço de seus pais e o plano diabólico do príncipe Zeldt para destruir o mundo atual.

A história é narrada em terceira pessoa e inicialmente se passa em Londres. Jake Djones é um garoto de 14 anos de idade que está voltando da escola para casa quando é sequestrado por Jupitus Cole e seu chofer Norland. A princípio, Jake não compreende o que está acontecendo e tenta fugir a todo custo, até o momento em que Jupitus informa que seus pais estão desaparecidos. Atordoado e sem saber o que pensar, Jake acaba literalmente dando início a viagem de sua vida.
Alan e Miriam, os pais de Jake, não são os vendedores bobos que sempre aparentaram ser para o filho. Na verdade, ambos são Guardiões da História aposentados que voltaram à ativa após receberem uma mensagem alarmante. Por isso, os dois viajam para Veneza em 1506.
Acontece que não são todas as pessoas que possuem a habilidade de viajar no tempo e não é algo hereditário, apesar de que algumas famílias apresentam o dom em suas gerações. Outro detalhe interessante é que quanto mais velho o guardião vai ficando, mais difícil é retroceder muito no tempo. O motivo disso não foi explicado nesse primeiro livro, mas esperamos que nos próximos tenhamos algumas respostas.
Jake sente-se maravilhado e traído ao mesmo tempo. É impossível não se encantar com essa habilidade única, mas saber que seus pais estavam escondendo tudo isso dele e que, seu irmão mais velho, Philip, que Jake acreditou que estava falecido também era um guardião e está sumido, deixa-o ainda mais transtornado.
Um trio de jovens é selecionado para ir até Veneza procurar os pais de Jake e entender o perigo: Charlie Chieverley e Mr. Drake, seu papagaio de estimação; Nathan Wylder e seu ego inflado e Topz St Honoré, o motivo de suspiros de Jake. Charlie faz o tipo intelectual e parece ser muito maduro, Nathan acredita que é o melhor, mais bonito, mais inteligente e assim vai… Mas também traz muito bom humor e diálogos engraçados e Topaz é irmã de Nathan de criação e apesar de sua beleza e inteligência, também demonstra certo sofrimento com o seu passado. 
Jake acaba se infiltrando na missão para tentar resgatar seus pais e viaja como clandestino. A partir desse momento, o livro é repleto de aventuras nos tempos antigos.
Esse primeiro livro da série traz várias explicações sobre o aspecto central da trama: quem são os guardiões da história, como eles viajam no tempo, quais são os “instrumentos” que os auxiliam nessas viagens, quem são os seus inimigos, onde fica a central dos guardiões e apresenta, de forma superficial os demais guardiões.
Talvez por ter tantas informações a serem apresentadas, o lado descritivo dos locais por onde o quarteto viaja deixa um pouco a desejar. São descrições mais superficiais, mas mesmo assim não nublam o conteúdo do livro.
A história foi bem estruturada e a trama bem desenvolvida, fazendo com que no final tenhamos o “gancho” para o segundo livro.
É uma série voltada para o público infantojuvenil mas acredito que o público mais velho também irá apreciar. Tem aventuras, ação, personagens engraçados e viagens no tempo, além do velho duelo bem vs mal que é sempre irresistível . A capa combina bem com a trama e a editora realizou um ótimo trabalho de revisão, pois foi encontrado apenas um errinho na página 107.

“- Aqui ficam os trajes de todas as épocas da história … Como você pode adivinhar, este é o salão favorito de Nathan. Tem mais espelhos até do que a suíte dele.
– O que eu posso dizer? Sinto-me atraído pela beleza – respondeu Nathan.” (p. 84)

Edição: 1

Editora: Rocco
ISBN: 9788579801426
Ano: 2012
Páginas: 352
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Avaliação: 4/5

SinopseCircus Maximus é o segundo volume da série Os Guardiões da História, do britânico Damian Dibben, repleta de referências históricas e viagens no tempo. Em sua nova jornada, Jake Djones, Nathan Wylder e Charlie Chieverley mais uma vez são responsáveis por salvar o curso da história, e depois de uma desastrada missão na Suécia do século XVIII devem voltar ao ano 27 d.C. e capturar Agata Zeldt, “a mulher mais cruel da história”. Da fria e nevada Suécia ao esplendor do Império Romano, Circus Maximus prende o leitor no centro de uma aventura eletrizante e na companhia de personagens cativantes e carismáticos. 


CONTÊM SPOILERS DO PRIMEIRO LIVRO
“Circus Maximus” é narrado em terceira pessoa e tem início na Suécia em 1782, quando Jake, Charlie e Nathan vão buscar uma remessa de atomium. Infelizmente, a situação não se desenrola como deveria e a substância vai parar na mão de um novo vilão, conhecido apenas como O Leopardo.
De volta ao Ponto Zero, Jake sente-se culpado pelos acontecimentos e acaba se excluindo um pouco do grupo. E sem querer, acaba se deparando com atitudes suspeitas da mimada Ocean (que por sinal, está cada vez mais egoísta). 
Enquanto isso, os Guardiões recebem uma mensagem de Topaz, informando que um dos grandes inimigos da sociedade, a Agata Zeldt está em Roma no ano 27 e tentará colocar um plano em ação capaz de mudar drasticamente toda a história. 

Nesse segundo livro, a trama se torna um pouco mais pessoal e o leitor começa a visualizar os terríveis inimigos dos Guardiões, que são também a família biológica de Topaz. Agata foi descrita no livro anterior como uma pessoa fria e ensandecida e ela realmente faz jus a sua reputação. É uma mulher implacável, que não poupa ninguém para cumprir seus objetivos.
Jake também começa a lidar com situações pessoais. Ele consegue uma pista sobre Philip e tem que aprender a obedecer as regras da sociedade e não a agir com impulsividade. 
O leitor também irá acompanhar mais dois cenários em paralelo. Os pais de Jake realizando uma investigação no Ponto Zero e uma maior interação entre Rose e Jupitus que encontram-se momentaneamente isolados. Dessa interação começamos a ter vislumbres dos sentimentos dos dois e uma explicação para o relacionamento de Jupitus e Ocean.
Esse segundo livro da série focou-se muito na família, na lealdade e nos amores impossíveis. Começamos a perceber que, apesar de ser uma vida excitante e cheia de aventuras, nem sempre é fácil para um guardião se apaixonar, principalmente quando a pessoa amada encontra-se em um tempo muito diferente do seu.
Como o foco principal desse livro foi a Roma do ano 27, dessa vez tivemos mais informações históricas e políticas sobre o local, enriquecendo ainda mais a obra.
Jake começa a demonstrar traços de que é um guardião natural, apesar de cometer muitos erros. Nathan continua com seu jeito debochado e engraçado enquanto Charlie apresenta seu jeito professoral e defensor dos animais.
Alguns personagens romanos acabam ganhando destaque na trama. São personagens que demonstram seus valores e que conseguem se tornar memoráveis. 
Mais uma vez, o final deixa claro que uma nova e inédita aventura está por vir no terceiro livro.
Em relação à revisão, diagramação e layout a editora realizou um ótimo trabalho. A capa combina com a trama e com a capa do livro anterior.

Edição: 1

Editora: Rocco
ISBN: 9788579802171
Ano: 2015
Páginas: 368
Skoob: clique aqui
Avaliação: 4/5

Categorias:Outros
Thaís Turesso

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25agosto2015

[Resenha] O Francês – Daniel de Carvalho

Sinopse

Este romance conta uma incrível história de amor entre um francês e uma
descendente de indígenas tupi-guarani. Esse grande amor é brutalmente
interrompido para ressurgir com todas as forças depois de 272 anos. Uma
parte desse caso de amor se passa no município de Carvalhos, no Estado
de Minas Gerais, no ano de 2013. A outra parte se passa no Arraial dos
Franceses, na Capitania de Minas Gerais, no século XVIII. (…) O Mon
Journal, um estranho diário, desaparece misteriosamente no ano de 1741,
no Arraial dos Franceses, para ser encontrado apenas no ano de 2013 em
Carvalhos. Tal diário é o elo que esclarece a relação entre os dois
casais de épocas tão distantes e tão diferentes. Há, ainda, um estranho
ser que os acompanha durante todo o desenrolar da narrativa. Um ser não
visível, mas que lhes causa grandes apreensões.
 Minha opinião:
Como a maioria dos leitores que acompanham o blog sabe, tive o prazer de acompanhar o trabalho do autor Daniel de Carvalho ainda em fase de revisão, quando realizei a leitura crítica. Mas esperei sair o livro, ter em mãos meu exemplar autografado (leiam este post, aqui eu falo da minha frase na contracapa) e reler o livro, desta vez no formato impresso e só então escrever esta resenha.
Primeiramente, devo dizer que a editora realizou um ótimo trabalho, a capa transmite toda a essência dos acontecimentos e da história que o autor quis transmitir ao leitor. A diagramação está impecável e podemos notar um excelente trabalho.
Daniel de Carvalho possui estilo próprio, seus livros são escritos com simplicidade e deixam uma sensação nostálgica de sabedoria.

Mas, deixa eu contar para vocês a história do livro.

Jean recém formado, ainda não se decidiu sobre a profissão, nesse ínterim, seu amigo Alaor convida-o a passar umas férias em Carvalhos-MG. Inesperadamente, Jean conhece Karina, amiga de Samira, irmã de Alaor, sente-se atraído por ela imediatamente, não sabe definir se ela sente o mesmo, e nem ele sabe explicar essa estranha conexão.
Jean tem a oportunidade de conhecer a cidade e seus pontos turísticos com Karina, certo dia, na casa da avó de Karina Dona Iracema, eles encontram um livro bem velho e gasto com os dizeres na capa: Moun Journal.
Novas sensações, estranhezas e sentimentos. Qual a relação de Adrien e Yara com Jean e Karina? O que esse velho diário quer lhes dizer?
O Francês é um romance arrebatador. Com o subtítulo: Se você não existisse, por que eu existiria?, ele resume toda a verdadeira essência do verdadeiro amor, aquele que nem o tempo pode apagar, que sobrevive e ultrapassa as barreiras da vida.
O francês é a história de amor de Jean e Karina, que começou há dois séculos! O amor passou por dificuldades e provações, sobreviveu às gerações e renasceu anos depois, forte e duradouro. Vocês precisam ler!

ISBN-10: 8584420444

Ano: 2015 / Páginas: 232
Editora: Pandorga

Saiba mais sobre o autor acessando o link.

O livro poderá ser encontrado nas livrarias do país e também nas seguintes Livrarias e/ou Lojas Virtuais:

Categorias:Outros
Thaís Turesso

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21agosto2015

[Resenha] O Enigma do Pássaro de Fogo – Decifradores – Livro 01 – H. L. Dennis

Sinopse – Brodie Bray sempre se sentiu um pouco deslocada, até que um convite com uma mensagem cifrada chega pelo correio. Escolhida para participar de uma equipe de decifradores desafiada a desvendar o ancestral e enigmático Manuscrito Voynich, a garota vai para uma nova escola e ganha novos amigos. Mas também se vê envolvida numa trama de mistério e perigos, afinal, há alguém capaz de tudo para impedir que Brodie e seus amigos decifrem o código. O enigma do pássaro de fogo é o primeiro livro da serie Decifradores, da britânica H. L. Dennis. Repleto de ação e segredos, o romance é perfeito para aqueles que gostam de desafiar a lógica, tanto quanto a imaginação. Uma estreia arrebatadora para uma série que veio para ficar.

O local: Londres

Enredo/ Trama/ Narrativa e História: Narrado em terceira pessoa, o primeiro livro da série Decifradores, apresenta ao leitor uma aventura espetacular. Uma organização secreta conhecida como “Câmara Negra” , um grupo que tenta burlar suas regras e um trio de jovens inteligentes que podem mudar o futuro da humanidade. 

“Câmaras Negras existiam, de uma maneira ou de outra, há séculos e sempre como organizações secretas, criadas com a finalidade de descobrir segredos. Os melhores cérebros do país (o sr. Smithies tinha muito orgulho disso) eram selecionados e treinados especialmente pela Câmera Negra Britânica para simplesmente exercer essa tarefa.” (p. 15)

Smithies junta-se à Friedman, Tandi e Oscar para criar a Pembroke, um programa de ensino domiciliar e escola de códigos e criptografia. Na verdade, nada mais é do que uma fachada para poder reunir os jovens com o objetivo de desvendar o MS408.

O MS408 era conhecido como o Manuscrito de Voynich e foi descoberto em 1912. Desde a sua descoberta, inúmeras pessoas tentaram decifrá-lo, porém em vão. Alguns sucumbiram à loucura, outros desistiram e alguns tiveram mortes suspeitar. Por conta disso, a Câmara negra decidiu que o documento era proibido e que ninguém poderia tentar decifrá-lo novamente. 

Enquanto o grupo tenta resolver esse grande enigma, existem algumas pessoas que farão de tudo para impedi-los. Apesar do livro ser voltado para o público jovem, os leitores mais velhos que curtem esse gênero precisam conferir a série, pois levando em conta a qualidade do primeiro, esperamos que a série seja um sucesso.

Os personagens


Brodie Elizebeth Bray – é a jovem protagonista da história. Após receber um cartão de aniversário com uma mensagem secreta, a garota vai se aprofundar no mundo dos decifradores e acabará descobrindo que existem muitas respostas sobre o paradeiro de sua mãe e a história de sua família relacionadas com a Câmara Negra. É inteligente, e muito boa em fatos históricos, mas não tem muita confiança em si mesma. Tímida e com uma personalidade conciliadora, será a “cola” do trio formado com Hunter e Tusia.

Sr. Smithies – é funcionário da Câmara Negra e decide criar Pembroke para desvendar o MS408. Um homem sério que provavelmente tem alguns esqueletos no armário, mas que ainda não nos foram apresentados.

Robbie Friedman – foi um dos decifradores de códigos mais importantes do país, mas agora foi exilado do grupo, por conta de sua obsessão pelo manuscrito. Tem alguma relação com a mãe de Brodie, mas ainda não temos como defini-la. 

Tandi Tandari – secretária do Sr. Smithies e professora no seu país de origem, acaba assumindo um papel mais maternal para os jovens. É educadora, mas também sabe ser gentil e se preocupa genuinamente com todos.

Oscar “o Hipocondríaco” Ingham – Além do óbvio, é uma mente brilhante que passou anos estudando o manuscrito. Mesmo estando um pouco desalinhado no momento, apresenta uma chama interna muito forte e é extremamente astuto.

Srta Kerrit Vernan – Sua obsessão pela perfeição e necessidade de se auto promover é intensa. Tem uma rixa pessoal com o Smithies e acaba representando o grupo de inimigos dos personagens. Tem uma personalidade competitiva e não possui muitos escrúpulos, o que a torna uma ótima adversária.

Hunter Jenkins – um dos jovens selecionados para Pembroke, é inteligente e muito bom principalmente com números. Porém é adepto do mínimo esforço, mas não perde tempo provocando as novas amigas e implicando principalmente com a Toots.

Tusia/Toots – É a tagarela do trio. Russa e sua especialidade são formas e espaços. Entende muito de assuntos como feng shui, ioga e é corajosa e atlética. A antipatia por Hunter é recíproca e os dois vivem se alfinetando.

A escrita da autora: Totalmente viciante! Os diálogos são engraçados, as provocações feitas pelo trio são cativantes e o modo como consegue explicar os fatos sem tornar a leitura cansativa é perfeito.

Revisão/ Diagramação/Layout e Capa: Em relação à revisão, encontrei alguns errinhos, como por exemplo, nas páginas 75 e 117, mas nada que interfira na compreensão do texto. O livro é repleto de detalhes internos, como as pistas que os jovens precisam explorar. A capa é magnífica e desperta a atenção imediatamente.
Edição: 1
Editora: Rocco
ISBN: 9788579802300
Ano: 2015
Páginas: 320
Tradutor: Lucas Peterson
Skoob: clique aqui
Avaliação: 4/5

Categorias:Outros
Thaís Turesso

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