11junho2017

[Divulgação] Lançamentos de Junho da Darkside

MEU AMIGO DAHMER traz o perfil do psicopata Jeff Dahmer quando este ainda era um aluno do ensino médio. O autor do livro foi seu colega de turma nos anos 1970, e conviveu com o futuro “canibal de Milwaukee” com uma intimidade que Dahmer talvez só viesse a compartilhar novamente com suas vítimas. Juntos, Derf e Dahmer estudaram para provas, mataram aula, jogaram basquete. Os dois tomaram rumos diferentes, e Derf só voltaria a saber do amigo pelo noticiário, anos depois. Em 1991, os crimes de Jeffrey Dahmer vieram à tona: necrofilia, canibalismo e uma lista de pelo menos 17 mortos, entre homens adultos e garotos. O primeiro assassinato teria acontecido meses após a formatura no colégio. Além de remexer nos seus velhos cadernos e álbuns de fotografia, Derf consultou seus amigos de adolescência, antigos professores, os arquivos do FBI e a cobertura da mídia após a descoberta de seus crimes antes de roteirizar MEU AMIGO DAHMER.

Legião é a verdadeira continuação de O Exorcista. Personagens e acontecimentos importantes do primeiro livro encarnam novamente nas páginas deste romance que Blatty publicou em 1983 e que finalmente sai no Brasil com seu título original. Alguns segredos da história de 1971 são revelados aqui, então é aconselhável ler O Exorcista antes de encarar Legião.  A história começa dez anos depois do exorcismo de Regan MacNeil, a jovem menina endiabrada que Linda Blair incorporou no cinema. Só que agora o sobrenatural ganha também uma pegada de romance policial. O detetive (e cinéfilo nas horas vagas) William F. Kinderman volta à cena, investigando uma série de assassinatos brutais — entre eles, a crucificação de um garoto de apenas doze anos. O modus operandi dos crimes parece indicar a assinatura mórbida do assassino em série Geminiano. Mas como solucionar um caso em que o principal suspeito está morto há mais de uma década? Pegue água benta, um crucifixo, faça o sinal da cruz e vá ler. Legião espera por você.

Você já teve um sonho que jurou ser real? Ou até mesmo aquela sensação de déjà-vu ao passar por um lugar em que com certeza nunca esteve? Agora imagine se esse local for uma cena de crime e você, um detetive de homicídios? Para piorar: e se, nos sonhos, você fosse o próprio assassino para, num piscar de olhos, acordar e estar no mundo real com uma pessoa morta aos seus pés? É exatamente essa a situação em que Bryan Clauser, um policial de San Francisco, se encontra. Como aconteceria a qualquer um de nós, ele pensa que está perdendo a cabeça — mas os pesadelos, infelizmente, são muito reais. Junto com o parceiro Pookie Chang e a ex-namorada Robin, Bryan começa a investigar os crimes que, de alguma forma, ele vê em primeiríssima mão, no momento em que estão sendo cometidos. A questão que não quer calar é: quem está cometendo esses assassinatos? Quando as investigações levam Bryan e Pookie a um adolescente chamado Rex Deprovdechuck e ao fato de que todas as vítimas mortas faziam bullying com ele no colégio, os dois acham que o mistério está praticamente no fim — e que Bryan será inocentado. No entanto, quanto mais o detetive explora esse mistério, mais ele descobre sobre uma conspiração e um estranho culto que opera em San Francisco praticamente desde a sua fundação. Existe uma cidade viva e faminta nas sombras — e ela pode colocar todo o mundo em risco. Tudo isso só podia ter saído da cabeça de Scott Sigler, autor best-seller do New York Times, cujo livro a Caveirinha — cumprindo o compromisso que tem com os fãs de trazer o que há de melhor no terror, na fantasia e na ficção científica, colocando sempre a qualidade acima de tudo — traz pela primeira vez para as terras brasileiras. Sigler é um escritor cheio de referências de terror, ficção científica, quadrinhos e muita pulp fiction, mas também se inspira na ciência forense e dá uma base científica aos seus crimes e monstros. O resultado dessa mistura é uma história que explora as partes mais profundas da psique humana com um policial à beira de um surto psicótico a um passo de abraçar o seu lado mais sombrio e sanguinário, enquanto, ao mesmo tempo, funciona como uma homenagem e também uma nova visão sobre os filmes de dupla de policiais dos anos 1980. NOTURNO pode ser considerado uma estranha mistura de Hellboy, Máquina Mortífera e O Silêncio dos Inocentes. O real e o fantástico se misturam por uma San Francisco roubada de um filme noir. O livro é quase uma lenda urbana cheia de grandes personagens; envolvendo a força policial e a sua rede de apoio de médicos-legistas e especialistas forenses, informantes e uma legião de predadores que precisam ser detidos. Sigler preparou um prato suculento para quem tem estômago. Um livro para ser devorado num piscar de olhos.

Carol Durães
Carol Durães

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