20julho2016

[Divulgação] Semana #Loney – Os personagens

Essa semana a Editora Intrínseca está promovendo a Semana #Loney e a proposta é discutir alguns dos temas recorrentes na obra. Hoje iremos comentar sobre os personagens.
Sinopse – Quando os restos mortais de uma criança são descobertos durante uma tempestade de inverno numa extensão da sombria costa da Inglaterra conhecida como Loney, Smith é obrigado a confrontar acontecimentos terríveis e misteriosos ocorridos quarenta anos antes, quando ainda era criança e visitou o lugar.À época, a mãe de Smith arrastou a família para aquela região numa peregrinação de Páscoa com o padre Bernard, cujo antecessor, Wilfred, morrera pouco tempo antes. Cabia ao jovem sacerdote liderar a comunidade até um antigo santuário, onde a obstinada sra. Smith crê que irá encontrar a cura para o filho mais velho, um garoto mudo e com problemas de aprendizagem. O grupo se instala na Moorings, uma casa fria e antiga, repleta de segredos. O clima é hostil, os moradores do lugar, ameaçadores, e uma aura de mistério cerca os desconhecidos ocupantes de Coldbarrow, uma faixa de terra pouco acessível, diariamente alagada na alta da maré. A vida dos irmãos acaba se entrelaçando à dos excêntricos vizinhos com intensidade e complexidade tão imperativas quanto a fé que os levou ao Loney, e o que acontece a partir daí se torna um fardo que Smith carrega pelo resto da vida, a verdade que ele vai sustentar a qualquer preço. Com personagens ricos e idiossincráticos, um cenário sombrio e a sensação de ameaça constante, Loney é uma leitura perturbadora e impossível de largar, que conquistou crítica e público. Uma história de suspense e horror gótico, ricamente inspirada na criação católica do autor, no folclore e na agressiva paisagem do noroeste inglês. 
Hanny é o irmão mais velho, mas inocente e puro. Vive em seu mundinho e se comunica de forma diferente e o fato de ser especial incomoda sua mãe, que quer apenas que ele seja normal.
Smith (sobrenome) é o narrador conta para o leitor a sua adolescência que se passou no final dos anos 70 e o estreito vínculo que seus pais tinham com a Igreja. Apesar de ser protetor do irmão, ao mesmo tempo apresenta um leve ressentimento pois é seu irmão mais novo que necessita de maiores cuidados. Apesar de ser jovem, é extremamente observador e vai montando o quadro geral dos acontecimentos.

Sua mãe Esther é uma mulher devotada ao extremo, ao mesmo tempo que é rígida e segue piedosamente aos conceitos de fé do padre Wilfred, um homem extremo e também impositor. Ela é uma mulher de hábitos e se prende a eles para estabelecer uma rotina. Acredita que a fé irá curar o filho e fará de tudo para conseguir isso. Sua visão é estreita e não é uma pessoa amorosa.

O Papai é um personagem menos memorável. Ele passa a maior parte do tempo fazendo suas próprias coisas e tem um casamento instável, onde seu papel é acalmar os ânimos de Esther e apaziguar as situações criadas por ela.

O padre Bernard McGill, um padre mais novo e “moderno”, veio para paróquia com um propósito especial e seu jeito misterioso e mais liberal provoca estranheza nos fiéis. Esther é a primeira debater seus métodos, deixando claro que eles estavam muito bem sem a sua presença.

A Sra Mary Belderboss e o senhor Reg Belderboss (irmão do falecido padre) são os típicos casais de idosos que gostam de falar muito e mantêm seu estilo conservador, enquanto que a Srta Joan Bunce e David são a representação do público mais jovem da paróquia. 

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Thaís Turesso

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