14Abril2014

Resenha Nacional: “A primeira Nota” – Livro 1 – Os Doze Cavaleiros Guardiões e as Relíquias Sagradas – Dilma DMoura

 

Sinopse – “O livro “A Primeira Nota” conta a história de Yalom Fideis, cavaleiro guardião de uma relíquia sagrada que tem o dom de evitar o envelhecimento ao seu portador. Ele recebeu tal legado das mãos de seu pai, um antigo cavaleiro templário que fazia parte da irmandade dos Doze Cavaleiros Guardiões das Relíquias Sagradas. Após presenciar toda a família ser mutilada e morta em função dessa relíquia, ele decide passar seus longos dias centenários como um guerreiro solitário e errante, perambulando de um século a outro. Todo seu objetivo de vida muda quando precisa resgatar uma das doze relíquias que está aos cuidados de Myla Sucima, uma pianista de 18 anos, de caráter forte e destemida, capaz de suscitar sentimentos até então desconhecidos para ele. Seria Yalom capaz de permitir a Myla fazer parte de sua vida perigosa, fugindo de pessoas inescrupulosas e sedentas de poder, deixando de lado seu celibatário voluntário?”

Minha opinião – “A primeira nota” é composto de 11 capítulos + epílogo e através do ponto de vista de Yalom e Myla. Logo no início da leitura percebemos que estamos lendo um diário de Yalom, que começa a contar sobre os “Onze cavaleiros”, as “Relíquias” e a história de Jacques De Molay, o último grão mestre da Ordem de Cavaleiros Templários. Conhecemos também a história da vida de Yalom, quando ele se torna um cavaleiro guardião e quando a sua vida cruza com Maloy Sucima, uma grande amigo e mentor.

Yalom é um homem que tem mais de 300 anos de idade, mas que fisicamente aparenta ter apenas 22 anos. Bonito, inteligente e educado.
O seu destino é alterado quando é informado de que Maloy e sua esposa Elodi são assassinados. Cumprindo uma promessa que fez ao velho amigo, Yalom precisa recuperar a relíquia que estava aos cuidados de Maloy, mas também proteger sua filha Myla.

“ − Chorar a perda de quem nós amamos não é fraqueza. É uma forma de dizer que sentimos muito a sua ausência. Talvez sejam as lágrimas o idioma que a morte usa para nos comunicarmos com aqueles que se foram”. ( p.55)

Myla é jovem, tem apenas 18 anos, e não sabe a verdade sobre o seu pai. Teve uma infância atípica, desde pequena seu pai a ensinava sobre defesa pessoal e tinha o hábito de deixar mensagens em códigos e a manter diversos kits de emergências, para fugas inesperadas. Inteligente, sagaz, bonita e com um coração de ouro Myla terá que juntar forças com Yalom para recuperar a relíquia e salvar a humanidade.

A interação entre os dois é repleta de desconfiança e mal entendidos mas que acaba se tornando algo mais.

“ − Meu amor, se um homem desses olhasse para mim com tanta paixão como ele está olhando para você agora, eu virava a deusa dos vulcões, somente para queimar todas as fêmeas que se aproximassem do meu homem”. (p. 79)

A trama se passa em meio de diversas aventuras, viagens a locais paradisíacos e muita mistério.

Com protagonistas cativantes, uma história desenvolvida e um enredo que prende a atenção, o primeiro livro da Saga “Os Doze Cavaleiros Guardiões e as Relíquias Sagradas” é uma premissa mais do que positiva sobre o que vem pela frente.

Em relação à revisão, foi realizado um trabalho incrível, porém a capa não chama muito a atenção.

“ − Amar já é um ato de loucura, onde nos perdemos na insanidade das lembranças que nos amarram como uma camisa de força, ultrapassando a barreira do tempo − Ela sussurrou ao meu ouvido”. (p. 136)

Edição: 1
Editora: Independente
ISBN: 9781497364219
Ano: 2014
Páginas: 195
Avaliação: 4/5
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Sobre a escritora: D.Moura nasceu na Bahia e, ainda criança, mudou-se com sua família para Brasília. Trabalhou como professora, secretária, técnica em biblioteca. O livro “A primeira Nota” é sua primeira obra produzida. Atualmente, ela vive no Quebec, Canadá, onde escreve a série: Os Doze Cavaleiros Guardiões e as Relíquias Sagradas.

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Thaís Turesso

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  • OLá Carol!
    Concordo com você que a capa não chama muito a atenção…
    O livro parece ser maravilhoso, uma pena ter uma capa tão pouco chamativa assim. Se fosse melhor, o livro com certeza seria mais conhecido.
    Adorei a resenha!
    Beijos,
    Ana M.
    http://addictiononbooks.blogspot.com.br/

    • carolinaduraes Abril 19, 2014

      Oi Ana, o livro é maravilhoso sim e se tiver uma oportunidade, dê uma lida 😉
      Bjkas

  • Anônimo Abril 17, 2014

    Não concordo
    com nossa amiga Ana M.V._Vício em livros porque nunca devemos subestimar um livro por sua capa dentro pode haver uma história incrível.

    • carolinaduraes Abril 19, 2014

      Oi Anônimo, tudo bem?
      Eu acredito que a questão não é subestimar o livro pela capa. Acontece que atualmente são lançados por mês muitos livros e agora com a possibilidade dos ebooks então, a "concorrência" aumentou significativamente. Acho que o livro deve ter todos os elementos possíveis para se destacar, isso inclui uma capa que chame a atenção. O fato de não achar a capa atraente não desmerece o conteúdo do livro, até porque já tive a oportunidade de ler histórias não muito boas com capas fantásticas e histórias fantásticas (como essa) com capas não muito atraentes.
      Bjkas

  • Engraçado, estou lendo um livro exatamente nessa vibe, inclusive da menina não saber dos pai e de sua 'herança', se chama o Mosteiro, já ouviu falar?
    Vou tentar dar uma chance após terminar o meu.

    Andy_Mon Petit Poison
    POISON BOOKS – Sapphique (Catherine Fisher) bit.ly/1gBuy0K

  • Dilma DMoura Abril 18, 2014

    Bonjour Andy,
    Nunca li o livro o Mosteiro, fiquei intrigada e vou lê-lo. Espero que leia o meu livro " A Primeira Nota" e faça uma comparação entre os dois enredos. Vou ficar na expectativa!
    Dilma DMoura http://dilmadmoura.blogspot.ca/