21maio2012

Terra Ardente – Janice Diniz

Autor:  Janice Diniz
Editora: Desfecho Romances – Editora Multifoco
Categoria:  Romance | Drama | Literatura Nacional
ISBN: 9788579616839
Páginas: 286
Lançamento: 2011
Classificação: ♥ ♥ ♥ ♥ 
Compre autografado aqui!

Sinopse:

Karen tem má fama na cidade. Envolvida com corridas de cavalo, dívidas que podem levá-la à falência e uma vida afetiva que segue a regra dos três encontros e nunca mais, ela não pode fracassar. No seu encalço, dois fazendeiros ambicionando tomarem-lhe a propriedade. Com a vida em risco e sozinha num lugar hostil, ela tenta sobreviver e cuidar da avó e do filho. Se for preciso, seduzirá o delegado de polícia de Matarana para protegê-la – um caubói da lei que se comporta como um xerife durão do velho-oeste americano. Mas Karen não é a única mulher em apuros. A jornalista Nova Monteiro investiga um latifundiário suspeito de aliciar trabalhadores. Abandonou o sudeste para ficar ao lado do homem que ama desde a infância. Um amor que tem tudo para não se concretizar. O que Nova não sabe, porém, é que, segundo boatos, a chuva de cinzas na estação do estio não é somente das queimadas, mas também dos corpos dos forasteiros que se metem com os poderosos da região. Assim, ela faz duas descobertas: que luta pela causa errada e que o amor verdadeiro é um sentimento bruto que pode nascer do medo. Matarana, a cidade das aparências, onde nem sempre o mocinho é bom e o vilão, mau. Um faroeste moderno com mulheres fortes, homens destemidos, pistoleiros, matadores de aluguel e paixões devastadoras. A humanidade posta à prova em situações-limite.
Olá
viajantes, como vocês estão? Estudando e trabalhando muito? Hoje
vim falar para vocês de um livro com clima de velho-oeste.

Amor
e ódio onde nem os fortes têm vez”

         Quando comecei a ler o livro fiquei meio desanimada. Não estava gostando da história e nem entrando no ritmo dela. Os personagens não me empolgavam também e as atitudes que eles tomavam me faziam querer bater neles. Karen é o tipo de mulher independente. Se fosse um homem, seria o clássico pegador: três encontros e nada mais. Vive com sua avó,  com o filho adolescente e sustenta a família com corridas de cavalo e a hospedaria que herdou dos pais.
       Já Nova, a jornalista que chegou faz cinco anos na cidade, é romântica e busca um dia ser amada também. Ela mora com seu amigo que conhece desde a infância que é o pediatra da cidade. Um dos seus objetivos é desvendar os “podres” de Matarana, nem que para isso denuncie o dono do único jornal da cidade, que ela trabalha, inclusive.

        Não demorou muito e com o passar da narrativa fiquei mais empolgada, o livro deu uma guinada  e alguns elementos deixaram tudo mais interessante. Apesar de o foco parecer ser Nova e Karen, acompanhamos a vida de outros personagens que se cruzam com elas. A escrita da autora é muito boa e gostei das descrições presente sobre os lugares, a cidade em geral e dos personagens, que inclusive possuem uma personalidade muito forte, ela soube definir bem cada um. O jeito, as manias, o modo de falar e pensar… Consegui imaginar bem cada um deles, e me apeguei a alguns.
         O livro como eu disse anteriormente, tem todo um clima de velho-oeste: a lei muitas vezes é a bala. Mas o delegado da cidade faz de tudo para comandar de acordo com os bons princípios. Matarana é uma cidade pequena construída por poucos, prometida para muitos, todos em busca do tão precioso e concorrido ouro. Todo esse cenário com coronel, capangas, pistoleiros, delegado que se nomeia xerife, corridas de cavalos e disputa de terras e poder foi muito interessante, e pensar que isso ainda existe em alguns lugares em pleno século XXI.


O melhor foi que comecei o livro já imaginando o final, mas acertei só parte dele, apesar disso o desfecho me deixou bastante feliz. Esse é o primeiro livro da Série Matarana.

Conheçam o blog do livro aqui.



Andressa Leite tem dezoito anos e é estudante de Jornalismo. É colunista no Viaje na leitura como resenhista. Um de seus autores preferidos é a J.K Rowling. Acompanhe ela no Twitter: (@stonesandmilk).
Categorias:Outros, Resenhas
Thaís Turesso

veja também os relacionados:

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • Marcelo Lima maio 22, 2012

    tenho curiosidade em ler esse livro mas nada que seja ardente kkk , adorei a resenha!

  • Janice Diniz maio 22, 2012

    Olá, Andressa!

    Fiquei muito feliz por ter se envolvido com o pessoal de Matarana!

    Adorei a resenha! =D

    Beijão,

  • Danielle CGA Souza maio 22, 2012

    Gostei da resenha, mas não me empolguei o suficiente para ler… velho oeste não é uma boa pedida… tento ficar longe de cowboys e afins…

  • Suellen maio 22, 2012

    Bem… Fiquei mega curiosa com relação a trama do livro e quem sabe um dia não leia por conta da sua resenha. Amei!

  • Carolina Durães maio 22, 2012

    Parabéns pela resenha. É bom saber que algumas personagens são mais independentes do que as mocinhas sofridas de sempre rsrs.
    Beijos

  • Evellyn maio 23, 2012

    AHh
    pela capa a gente já imagina esse clima velho-oeste… Que bom que vc acabou gostando do livro, mas ele realmente não faz meu estilo.. Parece mt marcado, me lembrou romance de banca.. rs
    Mas é bom se surpreender!

    bjs
    Evellyn!

  • Nattacha maio 23, 2012

    Poxa achei super interessate o livro, apesar de o começo dele não ser muito animador, pelo jeito a coisa melhora e muiito né 😀 Nunca li nada de velho-oeste assim e tenho que confessar que fiquei bem curiosa para conhecer. Gostei muiito de saber que as descrições da autora são assim tão maravilhosas que é como se estivessemos nos lugares citados e conhecessemos os personagens! Adorei mesmo.
    Beijinhos :*

  • Fabrica dos Convites maio 25, 2012

    Adorei esta capa, e apesar do seu aviso sobre o começo, vou querer vencer este problema e seguir com a leitura.
    Bjs, Rose.

  • Adriana T maio 27, 2012

    Eu vou participar do Book Tour do livro e estou bem empolgada pra ler, em geral eu gosto de livros que se passam em cidades pequenas.