17novembro2010

Fernanda Vogel na Passarela da Vida – Tammy Luciano

 Olá Galera!

Hoje vou falar de um livro diferente dos gêneros que tenho comentado ultimamente, o livro de hoje é uma biografia nacional que me encantou bastante pela forma como foi narrada.
O livro chegou a me emocionar inúmeras vezes no decorrer da história, o que no momento dificulta minha escrita, pois é impossível comentar a emoção que senti ao lê-lo.
Mas vamos lá…

Livro: Fernanda Vogel na Passarela da Vida

Autor:  Tammy Luciano
Editora:  7Letras
Categoria:  Biografia/Literatura Nacional
ISBN:  857577075-6
Páginas:  252
Lançado: 2003

O livro se inicia com uma nota da autora nos contando como surgiu o livro, como foi o trabalho de entrevista e as pessoas entrevistadas, mostrando assim a visão da autora sobre seu trabalho desenvolvido antes de dar inicio de fato a biografia.

“Hoje sei, Myrian Vogel não me encontrou sozinha quando navegava pela internet. Tenho certeza, Fernanda estava ao seu lado e eu só tenho a agradecer a confiança das duas. Deixo com vocês agora a história da modelo, imortalizada por um acidente e por sua própria caminhada profissional e pessoal.” 

(nota da autora p. 13)

Quem não se lembra da modelo Fernanda Vogel, que aos 20 anos estava no auge da sua carreira, sendo reconhecida por seu trabalho, quando um acidente de helicóptero põe fim a sua trajetória na Terra?
Em 2001 o acidente envolvendo João Paulo Diniz e a modelo Fernanda Vogel ganhou repercussão, tanto pela tragédia ocorrida, quando pelas especulações sensacionalistas que se seguiram. Muitos lembram apenas da MODELO Fernanda Vogel, o que nos passa despercebido é a vida da Nanda (como era carinhosamente chamada), a garota de Itaboraí que construiu um caminho de sucesso.
E é este lado que a autora vem nos contar neste livro. 
Tammy Luciano nos apresenta a vida de Fernanda Vogel desde seu nascimento até sua caminhada de luta para chegar a ser a tão conhecida Fernanda Vogel, nos conta também como ocorreu o acidente na visão dos sobreviventes e o que aconteceu depois de sua morte. Mistérios relatados por amigos e familiares e que nos são apresentados de uma forma emocionante, deixando que o leitor tire suas próprias conclusões.
A autora nos mostra a vida de Fernanda de uma forma única e encantadora, nada comparado com aquelas biografias que estamos acostumados. Em uma de minhas oportunidades de conversar com a autora fiz esse comentário, ao qual ela me respondeu a seguinte frase:

“Eu queria que as pessoas tivessem a sensação de estar no quarto com a Nanda.” (Tammy Luciano)

E realmente essa é a sensação que nos passa!
Não sei descrever ao certo, mas o fato é que ao ler as  páginas da trajetória de Fernanda o autor vive os mesmos momentos que ela, talvez seja por isso, que como disse anteriormente, o livro tenha me emocionado muito. Esta é uma biografia que você lê com a sensação de um romance com final trágico e que se não fosse pelo fato da modelo ser realmente conhecida esse livro poderia se passar por uma ficção.
Vale à pena ler. Embora o final seja conhecido por todos, o interessante do livro é conhecer quais os fatores que levaram Fernanda a ser modelo e encerrar sua vida tão tragicamente no auge dos seus 20 anos. A menina de Itaboraí que vivia um momento de plena realização e que ainda poderia ter tido uma vida inteira pela frente deixa nas linhas escritas por Tammy Luciano uma lição de vida e superação aos que tem a oportunidade de conhecer a sua história.

***

Bom pessoal, levando em consideração os muitos detalhes que compõe esta obra, confesso que fiquei muito curiosa pra saber algumas coisas e é por esta razão que trago uma breve entrevista com autora, esclarecendo alguns detalhes fantásticos sobre a obra.
Vale a pena conferir:

Pri: “Fernanda Vogel na Passarela da vida” foi seu primeiro livro então nos conte como surgiu a idéia de escrever a biografia da modelo.
Tammy: Jamais imaginei escrever livros. Digo isso e as pessoas acham que sou doida, porque escrevo desde 14 anos oficialmente. Me imaginava como autora de teatro e durante muitos anos escrevi para teatro, sem jamais pensar nos livros. Eu queria escrever cenas, as falas das personagens… E eu também produzia muitas crônicas, trabalhei como cronista no JB Online na coluna Vivendo a Vida para o público Jovem e depois para o site Baguete Diário. E foi no Baguete que escrevi uma crônica falando da modelo Fernanda Vogel. A mãe da Nanda leu o texto, adorou e me escreveu. Quando surgiu a ideia do livro, achei que seria uma loucura e eu não seria capaz. O livro mudou minha vida para sempre e para melhor. Eu considero a mãe da Nanda minha madrinha literária, porque acreditou em mim, na minha escrita quando nem eu mesma podia imaginar.
Pri: Geralmente biografia é um gênero de livro mais complicado de se escrever, já que é necessário ser o mais fiel possível e não há a possibilidade de utilizar a chamada “licença poética”. Quando tempo demorou para o livro ser finalizado? Conte-nos como foi sua experiência com esse tipo de gênero.
Tammy: Ah, com certeza. O biógrafo precisa ser fiel. Eu sempre tive na minha mente o compromisso com a verdade da Fernanda Vogel, escrever sua história retratando de maneira mais fiel tudo que ela viveu aqui. O mais difícil é a busca pelas informações. Colhi um material enorme e depois tinha um quebra-cabeça na mão precisando ser montado. Eu fiquei um ano e meio trabalhando no livro e nesse período seis meses foram de pesquisa, entrevistas e muito pensamento pelo melhor do livro. Nunca vi a modelo ao vivo, então eu tinha muito para descobrir. Eu adorei escrever o livro, tentei retratar até a leveza da Nanda que as pessoas tanto comentavam. E o projeto foi muito positivo para minha carreira. Acho que depois dele tanto meus amigos, como familiares entenderam melhor a minha carreira. O livro era algo concreto, estava na mão das pessoas e eu passei a ser mais respeitada depois dele. E imagina eu tinha mais de 25 peças de teatro escritas, as pessoas achando que eu sonhava demais. O livro foi a concretização da minha realidade de escritora. Não aceitei novos convites para biografias porque sempre gostei muito da ficção e achei que era hora de voltar para as minhas personagens.
Pri: Foi necessário muita pesquisa pra ver o livro finalizado. Você tem idéia de quantas pessoas você entrevistou? Como foram essas entrevistas? Como foi para os familiares e amigos relembrarem da Fernanda?
Tammy: Claro, para retratar fatos, momentos e os dias da Nanda foi preciso muita pesquisa. Eu entrevistei 55 pessoas entre amigos, familiares, profissionais da moda e conhecidos em geral. A mãe da Fernanda participou dessa pesquisa de uma maneira linda, acertando os encontros, me ajudando pessoalmente e acho que foi uma enorme catarse pra ela poder escutar os depoimentos e conhecer ainda mais da filha que ela tanto ama. Os encontros eram muito emocionantes. Alguns dias, a Myrian (Vogel, mãe da Fernanda) se emocionava mais, ia para janela chorar e era muito difícil eu dar aquele tempo para ela, ficando em silêncio, respeitando uma dor que eu não tinha ideia e nem quero ter. E aprendi demais naquele período. Eu vi muita gente chorando pela Nanda e alguns dias eu mesma me peguei desabando no carro, enquanto voltava para casa. Eu sentia uma certa culpa por estar escrevendo um livro, que me abriria portas, como abriu, mas envolvia uma morte. A Myrian me ajudou muito e aceitar isso, sem me culpar por estar feliz em um projeto que envolvia um luto. Mas eu demorei a não me julgar. Nos depoimentos me emocionei com o Tio Helinho, tio da Nanda, que afirmou não entender como alguém tão jovem como a sobrinha tinha morrido e ele idoso continuava vivo. Imagina como foi escutar isso? O livro tem realmente muitas passagens marcantes.
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Pri: Em alguns momentos no livro, é tocado em uma questão um pouco delicada por se tratar de espiritualidade, vida pós-morte, cartas psicografadas, etc. Você acredita nessas questões? Como foi pra você ter que escrever sobre assuntos tão delicados que somente a fé pode comprovar?
Tammy: A gente não tinha ideia que o livro ia ter esse caráter espiritual. Primeiro seria a história da Nanda, costurado com um manual para modelos, dedicando o livro ao público jovem, mas tudo mudou com a chegada dessas questões espirituais. Tudo era tão impactante que o tal manual ficou nas entrelinhas da história. Foi uma surpresa enorme quando soubemos das mensagens. Achei que como jornalista não podia esconder as cartas psicografadas e muito menos julgar, não colocando o material no livro. Achei melhor o leitor decidir se acreditaria ou não. Resolvi não opinar, apenas retratar os acontecimentos, da maneira mais profissional possível, publicar as cartas e deixar que o material falasse por si. Myrian reconhece a filha naquelas frases. Quem sou eu para questionar? A Fernanda tinha uma missão muito bonita. O livro foi um alento para muita gente e até hoje pessoas escrevem para Myrian com tanto carinho. Muitas mães que perderam seus filhos dividem a mesma dor, então me sinto feliz de saber que escrevi um livro que como diz a mãe da Fê “transformou dor em amor”. Eu hoje acredito mais do que antes, porque o material é realmente muito forte e eu acho que de alguma forma a Fernanda tentou acalmar a mãe e avisar que estava bem. E se ela não estava mais aqui, existe algo além da vida que conhecemos, né? Como o sonho que eu tive com a Fernanda, eu ainda estava insegura com o projeto, mas ela me disse: Pode confiar que o livro vai dar muito certo. Pode ter sido apenas um sonho, mas e se não foi? 
Pri: Qual a sua visão sobre as coincidências que foram apontadas no livro com relação ao número 27 (data em que Fernanda sofreu o acidente), especialmente sobre o auto-retrato de Fernanda feito no dia 27 de dezembro de 2000 onde ela se desenhou como uma sereia no mar e a lua no céu, sendo que meses depois em um determinado dia 27 ela sofreu o acidente e o mar e a lua se tornaram símbolos fortes para a família Vogel?
Coincidência… destino… mero acaso?

Tammy: A Myrian achou o desenho quando arrumava as coisas da Nanda e estava buscando respostas. Vejo aquele encontro do desenho como uma das maneiras da Fernanda se comunicar. O que achamos mais estranho é que no desenho a Nanda se desenhou sereia em um dia de chuva, no meio do mar. Acho que isso foi mais doido que a data. Porque uma sereia estaria em um dia de sol, mas ela se fez em uma noite triste, com muita água caindo do céu, como foi no dia do acidente. Não sei dizer, mas respeito demais essas coincidências. Acho doido o garçon que manda eles lerem a bíblia, o amigo que sonha com ela avisando quando o corpo dela vai aparecer e aparece naquele dia. Essas informações realmente me assustaram pela maneira certeira como aconteceram.


Pri: Após o acidente da modelo muitas expeculações começaram a surgir, principalmente com relação a questão dinheiro. Muitos foram os comentários sobre a mãe de Fernanda processar o João Paulo Diniz e este pagar um bom dinheiro pra ela. Você que teve a oportunidade de conhecer os envolvidos em toda essa história o que pode nos contar sobre isso?

Tammy: Eu nunca imaginei estar do outro lado da história. Acompanhando a rotina da família Vogel, pude ver como saiu inverdade sobre os acontecimentos depois do acidente. Muitos jornalistas eram queridos, respeitavam mas outros querendo dar um furo criavam absurdos. Acho que a Myrian e o João são um exemplo de comportamento para lidar com tudo isso. Ele é um cara de bem, estava levando a namorada para um final de semana lindo e a tragédia aconteceu. Acredito nele quando diz que fez tudo para salvá-la. A Myrian o entende como uma vítima. Os dois jamais brigaram como foi noticiado. É muito louco estar ali, como eu estava, sabendo que muito do que estava nos jornais não era verdade. Myrian e João sempre se falaram com muito carinho e dinheiro nunca foi o teor das conversas. O lado financeiro da questão foi sempre segundo plano. Myrian não é o tipo de mãe que faria a vida em cima da morte de um filho. Ela recebeu um valor de um seguro que tinha direito e o próprio João alertou sobre isso e por isso o proceso foi aberto, porque só dessa maneira isso seria formalizado. Um dia uma repórter quis saber de mim os podres da história não noticiados e eu fiquei pensando: o único podre é a dor que todos conhecem. De resto os envolvidos da história me ensinaram muito sobre comportamento, respeito e superação.
Pri: Hoje, depois de toda a dor sofrida pela família, você tem algum contato com eles? Sabe nos dizer como ficou a vida deles depois dessa tragédia?
Tammy: Até hoje eu tenho a honra de ter a amizade da Myrian. Ela torce tanto por mim, fica feliz em saber que é minha madrinha literária, porque eu assim a elegi. A gente fala sempre e quando ficamos sem falar é fofo porque gastamos horas no celular atualizando as novidades. Myrian hoje trabalha com mosaicos junto com a Bebel e as duas fazem peças lindas. O Eduardo, irmão da Nanda, é ator, e a Myrian segue a vida sempre dizendo que tem dois filhos: um na Terra e outra no céu. A Nanda teve sorte de ter uma mãe tão gente boa que diz que agradece o tempo com a filha.  
Pri: Infelizmente todos conhecemos o final trágico da modelo Fernanda Vogel. Tammy você gostaria de ter escrito um novo final?
Tammy: Ah, nossa, adoraria escrever que a Nanda foi encontrada em uma ilha. Ela choraria na TV, agradeceria a torcida e estaria brilhando nas passarelas da vida até hoje e viveria o grande amor que sempre sonhou. Só que a realidade não foi essa. Em parte, acho que a graça de escrever ficção é isso, poder matar um personagem sem que o leitor sofra tanto. O livro da Nanda emociona muito porque as pessoas acompanham a luta dela e sabem que no final ela não estará mais aqui. Eu mesma quando escrevia o livro pensava na proximidade do capítulo do acidente e depois dali a Nanda não estaria mais. Mesmo assim para mim a Nanda é mais viva do que nunca, uma pessoa presente na minha vida, uma garota que nunca me viu, mas influenciou de maneira positiva os passos que eu dei depois de 2002. Eu costumo dizer que Fernanda Vogel é minha modelo preferida. Nunca vai deixar de ser. 
Pri: Se você pudesse resumir a vida de Fernanda Vogel em uma frase, qual seria?
Tammy: Uma garota linda que viveu intensamente e podia ter ficado mais um pouquinho por aqui.
Pri: Quando o livro foi finalizado e finalmente a biografia da Fernanda estava pronta para os leitores, deve ter sido um momento bem gratificante, já que sua escrita deve ter sido bem trabalhosa. Ao finalizá-lo, o que foi que ficou dessa sua experiência com biografia? Você pensa escrever algo nesse mesmo gênero? O que a história de “Fernanda Vogel” deixou para você?

Tammy: O final do livro foi dramático. Eu tinha um prazo de entrega, porque quando mandamos o livro para as editoras, eu continuei revisando. O livro foi aprovado, eu ainda estava relendo e aquela rererereleitura era angustiante. Lembro que no dia que mandei o livro, meu pai estava comigo e eu chorava muito. O livro foi enviado e eu estava em posição fetal. Exatamente assim. Mas valeu cada noite, foram muitas, e cada momento solitário em que me descobri escritora. Eu agradeço a oportunidade, sem o meu livro 1 eu seria outra pessoa, não falo só do meu crescimento profissional, mas pessoal. Eu costumo dizer que nunca encontrei a Fernanda Vogel ao vivo mas conheço mais dela do que muita gente que convivia. Não vou escrever mais biografias, já recusei uns três convites, porque realmente quero seguir criando histórias das personagens femininas da minha ficção, mas foi um enorme aprendizado todo o ritual de realização do meu livro.

Pri: Tammy,o Viaje na Leitura agradece a sua participação e sinta-se a vontade para deixar o seu recadinho para os leitores. 

Tammy: O recado que eu quero deixar é agradecer demais o carinho do Viaje na Leitura comigo e meus livros. Vocês são demais. Para os leitores, meu enorme respeito. É uma honra ter vocês na minha vida. Antes das livrarias saberem que eu existia, eu já tinha leitores das minhas crônicas. Cada pessoa que está lendo algo meu me faz mais feliz. E leiam sempre, leiam todo dia. A leitura é transformadora nas nossas vidas. Quando menos esperamos uma frase nos surpreende, nos transforma, nos faz melhor, maior… A compreensão do mundo é maior com a ajuda das letras. E para os futuros escritores: acreditem em vocês, escrevam muito e busquem publicar seus sonhos! Tudo vai dar certo! Sejam sempre felizes. Bjinhos. Tammy

Categorias:Outros, Resenhas
Thaís Turesso

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  • Karlinha novembro 17, 2010

    POXA, QUE POST MARAVILHOSO ADOREI MESMO.

  • Laila Ribeiro novembro 17, 2010

    Gracinha…
    Não sei qual é mais fofa: a Pri ou a Tammy.
    As duas remetem muita alegria e carinho…
    Adorei conhecer a história deste livro, o que aguçou mais ainda minha vontade de ler os livros da Tammy…
    Parabéns Pri!!!
    Abração!!!

  • No dia do encontro aqui no Rio a Tammy falou deste livro. O jeito dele falar dele realmente dava para perceber como ela amou escrever e se identificou com a história. Parabéns.

    Andy_Mon Petit Poison

  • nanda novembro 17, 2010

    Não tinha tido interesse em ler os livros da Tammy, mas depois de ler a resenha e a entrevista, deu mó vontade. 🙂 Achei legal como a Tammy falou do livro, etc. 🙂
    Gostei bastante.

  • Lara novembro 17, 2010

    Nossa livro perfeito, resenha perfeita, entrevista perfeita. Amei muito e me fez ficar ainda mais com vontade de ler o livro e conhecer um pouco mais da história da modelo Fernanda Voguel

  • Cintia Tavares novembro 17, 2010

    Ja li e super recomendo..o livro é encantador e emocionante!!!

    bjs

  • Juh** novembro 17, 2010

    Nossa Pri, esse post ficou maravilhoso, me emocionei so com o post e com a entrevista, imagina a leitura!
    Parabéns
    beijoos

  • juliana novembro 17, 2010

    O livro da caixinha de correio 😀
    Nossa realmente parece um daqueles livros que nos emociona quando lemos e achei que o seu post está ótimo…
    E a entrevista muito legal…
    Realmente fiquei com vontade de ler , adicionado na lista ( assim vou ficar pobre pobre…)
    Beijos

  • MoniqueMar novembro 17, 2010

    O livro parece muito emocionante, principalmente por tratar da vida real e trajetória de uma personagem tão marcante.
    Vou ler se tiver oportunidade.

  • Ana Carolina_isa novembro 17, 2010

    Pelo que eu li nesse post, o livro parece ser muito bom e tocante. Eu fiquei com vontade de ler. Parabéns pela entrevista e pelo post.
    Beijos

  • Naniedias novembro 17, 2010

    Adorei o post, Pri o/
    O livro parece bem interessante mesmo!

  • Izabella novembro 17, 2010

    Este post ficou ótimo, é um tipo de livro que não me interesso muito, mais li algumas partes e a entrevista dela me deixou muito interessada! =)

    BeijoS

  • KaahCullen_ novembro 18, 2010

    Adorei o post =D
    deve ser otimo o livro

  • Claudia novembro 18, 2010

    Pri adorei a resenha e principalmente a entrevista!!! Deu show!!! Parabens!!!

  • Heloisa Pacheco novembro 18, 2010

    Uau! Gente, que entrevista emocionante. Eu quero muito o livro, a autora vende ele autografado? *.* gente… que lindo, que uau… sem palavras.

  • Olá Galera!

    Que bom que gostaram da recomendação, realmente é um livro que vale a pena ler.

    Heloisa se quiser comprar a Tammy vendo o livro autografado na lojinha do site dela. É só acessar: http://www.tammyluciano.com.br .
    Se vc for comprar me conta que vou adorar saber que alguém comprou o livro, só porque eu comentei – rsrs. E tenho certeza que vc não vai se arrepender.

    Beijinhos galera!
    *Pri*

  • Viviane Freitas novembro 19, 2010

    Eu adoro biografias e a Tammy com certeza escreveu com todo seu talento e sensibilidade.
    Ela é uma fofa e a cada dia me surpreendo mais com seu carinho com os leitores.
    Tô virando fã… culpa da Pri 😛

    Beijos

  • Priscila Araujo novembro 19, 2010

    Parabéns Pri pela resenha maravilhosa, me emocionei com a entrevista e espero ter a oportunidade de ler esse livro muito em breve.
    Bjs

  • Brunna kessillyn novembro 20, 2010

    Ela é bonita essa da capa,!

  • Taty Books novembro 20, 2010

    A capa é linda, adorei a resenha, a Pri sempre fala muito bem da Tammy, então deve ser fantastico mesmo.

    Beijos =D

  • delly novembro 21, 2010

    Uau. esse post ficou mara *-*

  • Fábrica dos Convites novembro 24, 2010

    Eu vi uma reportagem da mãe da Fernanda onde ela falou sobre o livro. Deve ser muito emocionante mesmo. Bjs, Rose:D